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A depressão trocantérica, também conhecida como hip dips, refere-se a um afundamento das laterais dos quadris, entre as coxas e o bumbum
Especialista explica o que são os hip dips - Foto: Shutterstock

Estilo de Vida

O que são “hip dips”? Saiba tudo sobre a depressão trocantérica

A depressão trocantérica, também conhecida como hip dips, refere-se a um afundamento das laterais dos quadris, entre as coxas e o bumbum

Você já se pegou olhando no espelho e tentando entender por quais razões seu bumbum não é redondo? Pois é! Tanto homens quanto mulheres podem ter essa característica, conhecida como “hip dips”.

A depressão trocantérica, popularmente conhecida em inglês como “hip dips”, refere-se à curva natural ou à reentrância que algumas pessoas têm nas laterais de seus quadris, logo abaixo da cintura.

Essa depressão cria uma aparência de curvas mais acentuadas entre a cintura e os quadris. O cirurgião plástico Alexandre Kataoka ressalta que essa característica é totalmente normal e é determinada pela anatomia única de cada pessoa.

Para esclarecer dúvidas em relação ao tema, confira abaixo cinco mitos e verdades sobre os hip dips.

1. Hip dips são um problema?

Mito. Os hip dips não são uma imperfeição ou um problema que precisa ser corrigido. É uma característica natural e normal da anatomia corporal.

2. Exercícios podem eliminá-lo?

Mito. Hip dips são determinados pela estrutura óssea e pela distribuição de gordura no corpo. Exercícios específicos podem fortalecer os músculos ao redor, mas não alteraram drasticamente a forma dos quadris.

3. Apenas mulheres têm hip dips?

Mito. Homens também podem ter hip dips. A presença ou ausência dessa característica não está ligada ao gênero, mas sim à genética e à anatomia individual.

4. Hip dips são sinal de peso baixo?

Mito. Pessoas de diferentes pesos e tamanhos corporais podem ter a curva mais acentuada entre a cintura e os quadris. Não existe relação direta entre o peso corporal e a presença da depressão trocantérica.

5. São esteticamente desagradáveis?

Mito. A estética é subjetiva, e o que importa é como você se sente em relação ao seu próprio corpo!

Aceite-se!

A pressão social para atender a padrões de beleza pode impactar negativamente a autoestima e a aceitação do corpo. É crucial reconhecer a diversidade de corpos e entender as características únicas que tornam cada pessoa especial. Aceitar e amar o seu corpo é um passo importante para uma saúde mental positiva.

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