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Veja como saber a quantidade ideal de comida para peixes
Veja como saber a quantidade ideal de comida para peixes - Shutterstock

Pets

Especialista responde qual a frequência da alimentação de peixes de aquário

Médica-veterinária diz que comida de mais ou de menos pode ser muito prejudicial para os peixes; saiba como acertar na dose

Muitas pessoas consideram os peixes pets mais fáceis de cuidar e, por isso, chegam a pensar que não é preciso se atentar tanto a coisas como a sua alimentação. Entretanto, é essencial tomar muito cuidado, tanto com a quantidade e frequência do alimento quanto com seu tipo.

Segundo a médica-veterinária Fernanda Battistella Passos Nunes, a frequência diária de comida vai depender da espécie do peixe. Contudo, para muitas das mais criadas dentro de casa, o mais certo é alimentar os animais duas vezes ao dia.

Além disso, como o excesso de comida é prejudicial para os peixes, a especialista recomenda se atentar para dar apenas uma quantidade que os peixes consigam consumir em dois a três minutos após o seu fornecimento, para não haver sobras. Qual vai ser essa quantidade, assim como o tipo de alimento, vai depender da espécie.

“Cada espécie tem diferentes tamanhos, metabolismos e necessidades. Por exemplo: peixes herbívoros necessitam que aumente a quantidade de vezes das suas refeições e diminua as porções”, comenta a profissional, que é docente de Clínica Médica de Animais Silvestres do curso de Medicina Veterinária do Centro Universitário Max Planck (UniMAX Indaiatuba).

Dessa forma, é essencial consultar um médico-veterinário especialista em peixes para entender as melhores opções para o seu bichinho.

Importância da quantidade ideal

Como já mencionado, não é apenas a falta de comida suficiente que é um problema para os peixes, mas também o seu excesso. Ambas as situações podem causar vários problemas de saúde para os animais.

No caso da falta de alimento, a médica-veterinária alerta para a possibilidade de desnutrição, retardo no crescimento e comprometimento do sistema imunológico. Isso sem contar que a falta de nutrientes pode gerar deformidades ósseas e alterações no metabolismo.

A superalimentação, por sua vez, é perigosa de outras formas. “Pode haver a diminuição da qualidade da água por conta do excesso de alimento não consumido, que, ao se decompor, aumenta os níveis de amônia, nitritos e nitratos. Isso pode causar um desconforto aos peixes, levando-o ao estresse e causando doenças e até óbitos”, explica Fernanda.

A obesidade também pode ser uma questão para peixes que tenham alimento demais à disposição.

E como deve ser a alimentação dos peixes?

Mas, afinal, quais alimentos devem compor a dieta dos peixes? Segundo a especialista, isso também vai depender da espécie.

“Boa parte das espécies de peixes de aquário pode ser alimentada com rações comerciais de alta qualidade. Pode-se incluir também para algumas espécies alimentos vivos, como artêmias, larvas de mosquito e daphnias. Dessa forma, proporcionará uma dieta mais completa e estimulará comportamentos naturais de caça”, diz.

Até mesmo o formato da comida para peixes vai mudar de acordo com a espécie. Peixes que se alimentam na superfície devem se dar melhor com os flocos, enquanto os pellets são mais indicados para aqueles que vivem mais no fundo do aquário.

Por fim, vale lembrar que, na hora de escolher a ração, é fundamental ter atenção a fatores como ingredientes de qualidade, fornecimento de um equilíbrio adequado de nutrientes e data de validade.

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