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Saiba quais são as causas e os sintomas de alguns tipos de dermatites e alergias que surgem durante o verão
O verão exige atenção para as alergias de pele - Foto: Shutterstock

Saúde

Alergias: 5 doenças de pele mais comuns no verão

Saiba quais são as causas e os sintomas de alguns tipos de dermatites e alergias que surgem durante o verão

Para quem gosta do verão, há motivos de sobra para comemorar as altas temperaturas, mas existem pessoas que sentem na pele os efeitos do calor: as temidas dermatites e alergias comuns no verão

De acordo com o médico Dr. Danilo S. Talarico, brotoejas, dermatite atópica, seborreica e de contato, além de urticária estão entre as manifestações cutâneas mais prevalentes nesse período.

“Com o aumento da temperatura, é comum que ocorram lesões na pele provocadas por reações alérgicas, suor excessivo e até o uso de roupas abafadas. Em alguns casos, as condições manifestam-se por causas genéticas, mas agravam-se no calor”, explica ele. 

Para te ajudar a lidar com esse tipo de problema no verão, o dermatologista explicou abaixo as causas e os sintomas de cada tipo de alergia que podem se agravar durante esta época do ano. Confira! 

Brotoejas

As brotoejas — também chamadas miliárias — tem principal causa o suor abundante. As crianças pequenas, principalmente os bebês, estão mais suscetíveis a essa condição, que causa coceira e ardência na pele.

“Com o acúmulo de suor e gordura, a excreção desses elementos fica prejudicada, o que causa pequenas erupções com o tom avermelhado na pele, deixando a região afetada bastante sensível”, conta o especialista. 

Para oferecer alívio, o médico sugere usar cremes adequados e evitar a exposição solar e banhos quentes. Além disso, é importante reduzir a ingestão de doces e alimentos gordurosos, pois eles podem aumentar o calor interno e agravar a erupção cutânea.

Dermatite atópica

A dermatite atópica é outra alergia comum no verão provocada pelo desiquilíbrio no sistema imunológico e também a mudança brusca de temperatura. Ela pode levar ao ressecamento da pele e ao surgimento de erupções na superfície cutânea.

“Ambientes úmidos, com mofo, ácaros, pólen e excesso de calor e transpiração são alguns dos fatores de risco”, diz o médico. Por conta da coceira prolongada, a doença pode causar ferimentos, vermelhidão e inflamação da pele.

“O tratamento consiste no controle da coceira, redução do processo inflamatório e também na prevenção desse tipo de intercorrência. O uso de hidratantes corporais é uma alternativa bastante útil, já que contribui para alívio do eczema. O uso de anti-histamínicos também é recomendado para alívio dos sintomas da coceira”, diz o médico.

Dermatite de contato

A dermatite de contato é causada por uma reação alérgica a uma substância que entra em contato com a pele e causa irritação. Segundo o especialista, “existem dois tipos de dermatite de contato, a irritativa e a alérgica”. 

“No primeiro caso, trata-se de uma reação provocada pelo contato com substâncias ácidas ou alcalinas, comumente presentes em materiais de limpeza pesada e demais substâncias químicas. Já a dermatite de contato alérgica caracteriza-se pela exposição prolongada a determinado produto ou substância”, conta ele. 

Entre essas substâncias estão perfumes, sabonetes, maquiagens e até medicamentos tópicos que podem provocar sensação de ardência e coceira intensa. “O médico deve ser consultado e pode prescrever medicamentos orais, tópicos e injetáveis para controlar a inflamação”, diz o Dr. Danilo.

Urticária

A urticária são lesões de pele em forma de placas que coçam e deixam a região avermelhada e uma sensação de calor excessivo. Conforme o médico, “elas podem aparecer em qualquer região do corpo, durarem menos de 24 horas e aparecer de novo em outro lugar. 

“A exposição ao sol e ao calor, contato com substâncias químicas e até infecções (bacterianas, fúngicas e virais) têm relação com o aparecimento dessa alergia, que deve ser tratada com o uso de antialérgicos e calmantes de uso local ou oral”, diz o médico.

Dermatite seborreica

A caspa também pode aumentar no verão devido à exposição ao calor, que estimula a produção de oleosidade na pele e couro cabeludo. Além desta região, ela pode atingir face, tórax, axilas, ouvidos e pelos pubianos. 

“Na fisiopatologia da doença, destaca-se ainda a presença de fungo no couro cabeludo, o que provoca aumento do processo inflamatório e consequente piora dos quadros clínicos”, acrescenta o médico.

Para controlar a doença, recomenda-se o uso de shampoos, loções, além de medicamentos e probióticos orais. “A doença não tem cura, mas tem controle. O ideal é procurar um médico”, finaliza.

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