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Preguiça e depressão: entenda como identificar a diferença
Saiba as principais diferenças entre preguiça e depressão - Foto: Shutterstock

Saúde

Preguiça e depressão: aprenda a identificar a diferença

Neurocientista Fernando Gomes explica a diferença entre preguiça e depressão e como agir em cada caso

Vontade de ficar um pouco mais na cama, falta de energia para realizar as tarefas diárias e uma tristeza sem motivo… Todos esses sintomas são comuns no inverno, entretanto, quando surgem de forma frequente e/ou persistente podem indicar problemas mais sérios como a depressão. 

“Na depressão não há graça em fazer as coisas. O que é bom fica indiferente, o que é indiferente fica ruim e o que é ruim fica intolerável. Isso porque a doença altera o entendimento sobre as coisas. Já a preguiça surge por outros motivos”, explica o médico neurocirurgião e neurocientista, Dr. Fernando Gomes.

De acordo com ele, a preguiça é uma sensação passageira, causada pelo cansaço, estresse ou questões de saúde. “Nesses casos, vale investigar se há algum distúrbio do sono ou até outros problemas como disfunção na tireoide, por exemplo, que estão deixando a preguiça falar mais alto”, comenta.

A depressão, por sua vez, tem um ciclo que se repete: a pessoa não faz nada, não tem vontade alguma e não quer nunca fazer nada. “Para interromper esse ciclo a avaliação médica e a indicação de terapia complementar e medicações pode solucionar. Por isso, é tão essencial buscar essa ajuda”, esclarece. 

Excesso de atividades

Outro fator que pode levar à depressão é o excesso de atividades. Para diagnosticar e até ajudar a tratar o problema, o especialista orienta produzir em casa um quadro de atividades, que permite ter uma noção sobre como está a sua agenda. “Se estiver lotado é sinal de problema”, afirma.

A ideia é descrever em uma agenda semanal todas as suas tarefas, desde a hora que acordou até a hora que foi dormir. A partir daí é importante separar e equilibrar as atividades que dão prazer e as obrigações. Você pode usar post-its coloridos para organizar. 

 “Se no final tiver mais obrigações do que prazer, é extremamente necessário aumentar os momentos mais leves e de descontração, caso contrário, o caminho fatalmente será a doença aparecer”, finaliza Gomes.

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