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Confira cuidados essenciais para prevenir o surgimento de problemas que afetam a saúde íntima feminina
Saúde íntima feminina exige atenção - Foto: Shutterstock

Saúde

Saúde íntima feminina: saiba como evitar doenças ginecológicas

Confira cuidados essenciais para prevenir o surgimento de problemas que afetam a saúde íntima feminina

Na correria do dia a dia, alguns cuidados com a saúde íntima são essenciais para a prevenção de doenças provocadas por fungos e bactérias. Esses problemas geralmente vêm acompanhados de alguns sintomas. 

Entre eles, estão o inchaço, a coceira, a inflamação vulvar e vaginal, a alteração da cor, odor e densidade da secreção vaginal e vários outros desconfortos, explica a ginecologista Dra. Raíssa Ribeiro.

No entanto, segundo a médica, existem medidas simples que podem ajudar a evitar a alteração da acidez da vagina e prevenir doenças na região genital. Abaixo, ela destaca alguns cuidados para proteger a saúde íntima feminina. Confira!

Uso de banheiros fora de casa

Banheiros públicos geralmente são locais contaminados, que não dispõem de higienização apropriada, com risco de contaminação ainda maior. Por isso, evite se sentar diretamente em assentos ou encostar nas superfícies dos vasos sanitários.

Se for em algum evento aberto, é possível levar na bolsa um urinol feminino, que é um dispositivo (espécie de copinho) que ajuda a urinar de pé. Tenha seu próprio papel higiênico, lenço umedecido ou toalhas higiênicas, pois até o papel higiênico oferece riscos, já que pode conter partículas de água ou secreções contaminadas.

“Leve álcool em gel para passar nas mãos antes e depois de se enxugar. Também é importante que a mulher não segure a urina por muito tempo. Permanecer com a bexiga cheia por longo período facilita o desenvolvimento de infecções do trato urinário”, completa Raíssa. 

Roupas adequadas

Prefira peças mais leves e confortáveis para longos períodos. Roupas muito justas ao corpo abafam a região íntima, podendo gerar bastante atrito, proporcionando o ambiente quente, ideal para a proliferação de fungos e bactérias nocivas à saúde. 

Além disso, evite ficar por horas com roupa molhada, seja por chuva ou suor. O excesso de umidade pode causar corrimentos e inflamações por alterar o pH da região genital.

Roupas íntimas

Antes de utilizar a calcinha, lave-a com água e sabão e seque ao sol. Não deixe as peças íntimas em ambientes fechados e úmidos, como banheiros. Isso também pode favorecer a proliferação de microrganismos nocivos à saúde.

Menstruação

No período menstrual, é preciso redobrar os cuidados com a saúde íntima. Afinal, tanto os absorventes externos, quanto os absorventes internos podem trazer riscos, se não forem trocados a cada duas ou três horas em dias mais quentes, por exemplo. 

Se forem situações que não permitam esse cuidado, é preferível optar por coletores menstruais e calcinhas absorventes, que possuem o material adequado para a região íntima, gerando menor risco de proliferação de microrganismos prejudiciais à saúde.

Alimentação

Além da hidratação, que é importante para o melhor funcionamento do organismo como um todo, os cuidados com a alimentação também são fundamentais.  Alguns alimentos que ajudam a preservar a saúde íntima feminina são:

  • Óleo de coco, que exerce a função antifúngica;
  • Probióticos para auxiliar na restauração de populações de bactérias benéficas ao organismo, que equilibram a flora vaginal, podendo ser encontradas em alimentos fermentados, como iogurte com culturas ativas e em suplementos;
  • Alimentação com baixo teor de carboidratos, já que os fungos como as leveduras crescem mais rapidamente quando o açúcar está muito disponível em seu ambiente, pois o principal substrato para a proliferação fúngica é a glicose, encontrada nos carboidratos.

Infecções sexuais

A única maneira de evitar contaminação de infecções sexualmente transmissíveis (ISTs) é utilizando o preservativo. Lembre-se que o contágio, além da via vaginal, também pode acontecer por via oral e anal. 

Uma medida para tornar o uso da camisinha ainda mais seguro é fazer a combinação com o gel lubrificante à base de água, que reduz a chance dela romper durante a prática sexual, além de diminuir o atrito e a permeabilidade de fungos, protozoários, vírus e bactérias na mucosa.

Em caso de qualquer problema, é fundamental buscar orientação médica. “Informe seu ginecologista se houver uma relação desprotegida ou se a camisinha estourar. Na consulta, seu médico solicitará exames sorológicos para doenças e, se necessário, o tratamento poderá começar imediatamente”, conclui Raíssa.

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